domingo, 21 de outubro de 2012

Alex de Souza - O Maestro!

Alex de Souza, mais conhecido como Alex. Sujeito simples, nascido em 14 de setembro de 1977 na cidade de Curitiba, mas que com a bola no pé, fez e faz coisas que poucos fizeram.
Seus títulos, suas exibições de gala fazem o futebol parecer mais simples e agradável. Seus gols, suas jogadas, visão de jogo, passes milimétricos, fazem desse meio campo, ídolo em todos os clubes que passou. Isso mesmo TODOS, pois os 17 jogos com Flamengo e Parma não devem ser considerados. Penso que ele foi o jogador mais injustiçado na história da Seleção.
O gênio Alex foi em minha humilde e sincera opinião o melhor jogador do mundo em 2003. Nem Zidane, nem Thierry Henry, nem Ronaldo. Naquele ano ele conquistou a coroa tríplice com a camisa azul celeste do Cruzeiro e jogando em altíssimo nível.
Com o palestra, liderou o time junto com São Marcos ao título da Copa Libertadores em 1999, além da extinta Copa Mercosul em 1998. Deixou muitas saudades no torcedor alviverde, pois ele liderou a ultima grande equipe do Palmeiras até hoje.
Com a amarelinha, o cabeção foi Campeão da Copa América por duas vezes (1999 e 2004), sendo fundamental para os dois títulos. Como falei anteriormente, foi uma tremenda injustiça o craque não ser convocado para Copa de 2002, apesar do título conquistado pela Seleção, Felipão deveria ter levado.
Saindo do Brasil, foi parar na Turquia, onde jogou por oito anos no Fenerbahçe. Clube de torcida apaixonada foi paixão foi a primeira vista. Além dos títulos, Alex conquistou os fãs de futebol da Turquia, ele é considerado um Pelé do futebol turco. Como homenagem, o clube lhe rendeu uma estátua em frente a seu Estádio. Mas por motivos egoístas do atual técnico, Alex foi dispensado pelo presidente, gerando inúmeros protestos e indignação dos torcedores do Fenerbahçe.
Quem ganhou com isso foi o torcedor Coxa-branca, recebeu de presente o retorno do “menino de ouro” ao Alto da Glória. Onde temos certeza que Alex brilhará e encantará não só os torcedores do Coritiba, mas a todos aqueles que amam o futebol.


terça-feira, 20 de março de 2012

Lionel Messi e o Gol

                Com um hat-trick diante do Granada no Camp Nou, o atacante argentino Lionel Messi, alcançou a incrível marca de 234 gols em jogos oficiais pelo time azul grená, superando o recordista anterior César Rodrígues.
                 O que mais impressiona é que o argentino alcança esta incrível marca com apenas 24 anos. Em sete temporadas e meia, são 153 gols na Liga Espanhola, 19 na Copa del Rey, 49 na Champions League, 8 na Supercopa da Espanha, 1 na Supercopa da Europa e 4 em Mundial de Clubes da FIFA.
                Este argentino vai longe! Um grande futebolista, humilde e ciente da sua importância para o futebol mundial, um grande exemplo de esportista. Valeu Messi!

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Os cristãos sem Igreja

“Não deixemos de reunir-nos como Igreja, segundo o costume de alguns, mas procuremos encorajar-nos uns aos outros, ainda mais quando vocês veem que se aproxima o Dia.” (Hebreus 10:25)
            Será que algo está errado no ensinamento bíblico e/ou na tradição da Igreja de Cristo nestes mais de dois mil anos? O fato é que cada vez mais cresce o número de “cristãos sem igrejas”. Na realidade vários fatores podem ter desencadeado esse tipo de cristianismo individualista.
            A forma como a sociedade se organiza e pensa, influenciou a Igreja e os cristãos em toda sua história. A tendência egocêntrica e hedonista latente dos dias de hoje não fica de fora desta regra.
            A fome pelo imediatismo e a busca frenética pela “felicidade” imediata (prazer) gera no individuo um foco errado daquele que Cristo pregou. Pois se a felicidade está condicionada obrigatoriamente a aquilo que está neste mundo material, logo não é felicidade. Muitos tendem a rejeitar a Igreja, pois o desafio da comunhão dos santos implica necessariamente em discordância e sofrimento. Não querendo sofrer, o melhor escape é sair do grupo.
            Uma característica do mundo capitalista que vivemos hoje é que tudo acaba virando negócio. Do mesmo modo que muitos tratam suas instituições religiosas como negócio, outros acabam substituindo sua função de parte do corpo de cristo como consumidores destes negócios gospel. Se uma loja não trata bem seu cliente, ele vai em busca de outra loja, ou até acaba por não querer mais saber daquele produto.
            A espiritualidade que vemos hoje sendo difundida é basicamente voltada para as experiências individuais e emocionais. Muitos até confundem o nível de altura do som saído de sua boca, o número de rodopios, arrepios e tremedeira, a quantidade de palavras sem significado, com o estado de intimidade com o Criador. Isso é uma falácia! Enquanto isso tudo acontece, seu interior continua apodrecendo, sua ética continua inalterada.
            Outro fator importante é a falta de entendimento com relação à autoridade espiritual. Certas crianças não conseguem compreender a importância do respeito e de sua posição espiritual diante de uma autoridade. São pessoas mimadas que só aceitam conviver com pessoas que aceitam ou que pensam do mesmo modo que elas. Mas se fosse assim, será que existira crescimento? O crescimento é desenvolvido na homogeneidade? Ou no confronto das ideias? O fato é que toda essa critica só é direcionada aos outros, pois basta uma simples autoanalise para concluir que elas são escravas dos seus próprios interesses.
            Vários “cristãos sem igreja” defendem a ideia de viver um cristianismo primitivo, onde as reuniões eram de casa em casa, mas analisando a história, aquele contexto vivido pelos nossos irmãos do primeiro século, não é um paradigma para ser vivido em toda a história da Igreja. Pois o contexto da época era de perseguição, o que não vemos hoje no ocidente. Cabe sim em países que o evangelho ainda não foi pregado e desenvolvido.
            Enquanto o interesse primário das pessoas não for Cristo e que cada um não carregar sua cruz de maneira honesta a Igreja nunca será sadia. Mas será que ainda existe espaço para carregar fardo? Ou só há espaço para as “bênçãos”?
            Por fim, devemos reconhecer o perigo que pode haver no autoexame da Bíblia. A Igreja deve estar focada e preparada para não só atrair novas pessoas, mas para ensinar verdadeiramente a Palavra de Deus aos seus membros. Ensino bíblico fraco, comunidades fracas.


Deus abençoe a todos! :)